De novo, Efesto resmungou:
— Diat, não!
A guerreira (gata) Diana olhou o gigante (humano) Efesto e gemeu seu protesto, a cauda murchando de frustração.
— <<Diana! Meu nome é Diana! >>
Ok, o gigante já tinha provado que nada o faria entender a língua felina, tanto que a guerreira nem carregou as palavras com magia dessa vez. Muito mais frustrante era: como assim ela não podia ficar no lugar em que as fagulhas mais interessantes do brilho mágico dele se concentravam?! No primeiro dia até tinha sido divertido ficar sozinha na toca dele. Os objetos dos gigantes, seus cheiros, suas texturas, cores e até brilhos mágicos: tudo era novo e interessante de se explorar. Sim, havia muito pra ver, mas Diana também era ávida. Aquelas novidades não a entreteram nem três dias.





